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Friday, 28 January 2011

Marketing e suas Guerrilhas - Exemplos

Tenho que admitir que sou fã de carteirinha do marketing de guerrilha. Ações de guerrilha em conjunto a uma estratégia de viralização digital trazem resultados fantásticos. Como a criatividade é a essência básica, a conexão com a audiência é total. Quem não gosta de assistir um video interessante ou engraçado no Youtube? Como é bacana ver algo na rua que fuja do lugar-comum ou que quebre um pouco o stress! Esse é o espírito dessas ações. Já que vamos promover produtos e serviços, podemos fazer de uma maneira mais agradável ao consumidor.

Gostaria então de dividir com vocês dois bons exemplos que ilustram o tema. O primeiro é uma ação complexa que envolve varias variáveis. O segundo é simples e conta com interação do público-alvo em seu 'habitat natural', as ruas.

Video 1
A Heineken na Itália recrutou 200 'cúmplices' que persuadiram outras pessoas a irem a um concerto de música clássica no mesmo dia e hora do jogo de futebol entre Milan AC e Real Madrid. Cerca de 1100 pessoas compareceram ao evento. Nos 15 primeiros minutos a surpresa fora revelada. Essa ação gerou cerca de 5 milhões de acessos na internet no período de duas semanas e uma repercussão na mídia convencional incrível.


Video 2
A empresa Delivery.com recrutou dois rapazes para sair nas ruas de Nova York fazendo 'entregas'. 



PS: Se você não viu a parte 1 desse post, acesse o blog Salada Corporativa - www.saladacorporativa.com.br


Thursday, 27 January 2011

Viral Vídeos

Eu estava navegando pelo youtube em busca de viral vídeos de promoção que eu adoro assistir e dei de cara com esses 3 vídeos. O primeiro e o segundo são meio que continuação um do outro pois o segundo revela os truques do primeiro. O terceiro é show de bola. Super contagiante! Eu quase saio pulando pela sala.








Tuesday, 11 January 2011

Balceiro de Diferenças



Recentemente colaborei com o blog Salada Corporativa (www.saladacorporativa.com.br) falando um pouco da minha experiência com o multiculturalismo no ambiente de trabalho. Foi bacana falar sobre esse assunto pois recebi vários comentários interessantes. Todos afirmaram que lidar com pessoas de vários estados do Brasil é também uma experiência multicultural.
Apesar do 'melting pot' que mencionei era na verdade de pessoas de outros países, não tenho a menor dúvida que o Brasil é um 'balceiro' de diferenças. Essas diferenças, apesar de convergirem ao fato de sermos todos brasileiros, são refletidas principalmente no nosso vocabulário. Quantas vezes conversando com amigos de outros estados esbarrei com palavras ou termos que não conhecia e vice-versa? 

Um dos comentários que recebi por email ressaltava as maneiras diferentes de falar uma mesma coisa. O autor dizia:
'...enquanto o cearense diz "rebola o caburão no mato", o carioca diz "vasa", o baiano "não vai bulir nisso. Joga fora logo", o gaúcho "eh tchê, por que não te livras dessa fina" e tantas outras.’

Um leitor que mora no Rio, comentou por email: 'Aqui na (empresa que ele trabalha) vivo num ambiente multicultural. É gaúcho, paranaense, paulista, goiano, baiano, potiguar e até carioca!'

Pelo Twitter, uma das mensagens que recebi dizia: '...me vejo em muitos casos aqui, mesmo não tendo estrangeiros, mas local mesmo...'

Bom saber que as pessoas fizeram uma associação direta com seus ambientes de trabalho. Como mencionei no Salada Corporativa, é importante analisar algumas situações do ponto de vista cultural quando estiver imerso em um ambiente multicultural. No caso brasileiro, imagino que essa premissa também seja válida.

Recebi ainda outros comentários que não se referiam diretamente ao tema central do post. Um email dizia:

'Gostei do texto. Eu como não sou amante de nada relacionado a essas novas tecnologias, não consigo acompanhar você no tuíter nem em outras mídias sociais. Inclusive descobri que sou dinossauro mesmo: uso e-mails para entrar em contato com amigos. Será que você vai, em breve, escrever um texto tratando da convivência dessas pessoas ultrapassadas como eu e essa juventude que escuta ipod (e que vai ficar surda na velhice) e trabalha ao mesmo tempo? '

Esse comentário é maravilhoso. O leitor viu nas estrelinhas vários fenômenos que talvez não nos demos conta em nossa rotina. Hoje em dia é mais rápido mandar uma mensagem direta no Twitter, postar algo no wall de alguém no Facebook ou usar o msn para conversar com um colega de trabalho. O mundo digital é um ‘balceiro’ de redes e conexões que as vezes não são fáceis de monitorar. A indignação desse leitor tem fundamento e gera um debate proveitoso. Toda essa histeria digital pode ser muitas vezes estressante.

Por outro lado, profissionais de marketing não podem ficar fora dessa revolução. Precisamos adaptar para sobreviver. Não só adaptar propriamente dito mas entender profundamente como a nova ordem funciona e antecipar tendências. Os ‘marketers’ que não acompanharem essa nova engrenagem vão sim virar dinossauros.

Legenda:

Balceiro = Conjunto de troçadas.

O que é uma troçada? Enviarei o significado em uma mensagem se voce postar o seguinte texto em sua timeline no Twitter:

@NelsonGurgel Quero saber o que é uma #troçada

Não tem Twitter? Essa é a oportunidade de criar um! :))